terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Vendem-se anúncios no Super Bowl

O intervalo do Super Bowl é conhecido como o maior e mais caro show da publicidade mundial. É na grande final do futebol americano que as grandes empresas gastam até US$ 3 milhões por meros 30 segundos para anunciar filmes produzidos especialmente para o evento, que no ano que vem ocorrerá no dia 1 de fevereiro.
Em setembro, pouco antes da explosão da crise econômica, a rede NBC, que detém os direitos de transmissão, anunciou, com orgulho, que 85% do pacote já estava comercializado. Mas agora o cenário mudou e a emissora está com dificuldades para vender as últimas oito inserções, de um total de 67.
A indústria automobilística, que em 2008 foi o setor que mais esteve presente nos intervalos, totalizando 5 minutos e meio de comerciais, não vai repetir nem de longe a mesma estratégia em 2009. A combalida GM ficará de fora depois de 16 edições seguidas. Chrysler e Ford também não estão em condições de investir. A Toyota ainda não decidiu se vai continuar.
Anunciantes tradicionais como a Budweiser, da Anheuser-Busch, recém adquirida pela Inbev, e a Pepsi, já garantiram presença, mas não são mais esperados filmes memoráveis, com produções cinematográficas ou com personalidades e seus cachês milionários, como ambas sempre costumavam fazer.

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