Fluminense teve que pagar cerca de 50 mil reias ao Internacional para conseguir a liberação de Wellington Monteiro para o jogo contra o clube gaúcho, no domingo, no Beira-Rio, pelo Campeonato Brasileiro.
O valor é referente a parte do empréstimo do jogador. Wellington chegou ao clube no meio do ano depois de não ser aproveitado pelo técnico Tite, no Internacional. O jogador vai atuar como lateral direito na vaga de Carlinhos.
O Internacional vai atuar com o time de reservas no domingo porque o foco do clube gaúcho é a final da Copa Sulamericana.
O Fluminense precisa da vitória para fugir do risco de rebaixamento uma vez que o próximo jogo será com o líder São Paulo, na casa do adversário.
"Não há nervosismo aqui porque dependemos só dos nossos resultados", avaliou o volante fabinho.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Flu paga R$ 50 mil ao Inter para escalar Wellington Monteiro
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quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Muricy: Dinamite entrou na polêmica de graça
Nesta semana, preocupado com São Januário, o técnico Muricy Ramalho admitiu que o trânsito do estádio carioca é muito preocupante. A declaração do são-paulino não foi muito bem recebida na Colina. O presidente Roberto Dinamite disparou contra Muricy, dizendo que ele foi infeliz em suas palavras.
Nesta sexta-feira à tarde, no CT da Barra Funda, Muricy deu sua tréplica do caso. O comandante acredita que o repórter que conversou com Dinamite foi muito esperto na pergunta e o dirigente acabou entrando na polêmica.
"Não sei da onde ele tirou essa conversa. O pessoal pergunta sem ele saber o que aconteceu. Única coisa que eu falei é que tem muita gente dentro do campo. Com toda experiência que ele tem, caiu na conversa do repórter. Entrou nesta polêmica de graça", disse Muricy Ramalho.
Se depender das declarações de ambas as partes e as situações das equipes no Campeonato Brasileiro, o jogo do próximo domingo tem tudo para ser quente.
O São Paulo tem dois pontos de vantagem sobre o vice-líder Grêmio, que visita o Vitória. Já o Vasco briga contra o rebaixamento.
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quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Lula reage com 'perplexidade' à devolução de MP
Auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmaram que ele reagiu com "perplexidade" à postura do presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), de mandar de volta ao Palácio do Planalto a medida provisória que concede benefícios tributários e anistia a entidades filantrópicas. O ato do presidente do Senado, baseado no Regimento do Senado e no Regimento Comum do Congresso, foi o segundo desde a criação do instrumento da medida provisória pela Assembléia Constituinte de 1987.
Segundo os auxiliares de Lula, o mal estar entre Executivo e Legislativo não deve ser refletido nas relações institucionais dos dois Poderes, mas a avaliação é de que Garibaldi teve a oportunidade, por duas vezes, de explicar sua proposta ao governo e não o fez.
Nesta tarde, Lula e Garibaldi estiveram sentados à mesma mesa durante almoço em homenagem ao presidente da Coréia do Sul, Lee Myung-bak, no Palácio do Itamaraty. Em situação anterior, relatam pessoas ligadas ao Planalto, Garibaldi procurou o ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, propondo a retirada da MP, mas em momento algum teria sinalizado que a devolveria ao Executivo.
Na avaliação de auxiliares do presidente Lula, além de "inusitada" e "deselegante", a atitude do presidente do Senado não tem base técnica ou jurídica e tampouco visa a reverter o conteúdo da MP. No Palácio do Planalto, a devolução da medida provisória é interpretada como uma atitude política e poderá acarretar a suspensão de serviços promovidos por "entidades sérias" de assistência social, educação e saúde.
A edição de medidas provisórias permite que determinada lei entre em vigor imediatamente, suprimindo, em um primeiro momento, a necessidade de aprovação do Congresso Nacional. Na opinião de auxiliares, o governo cumpriu os requisitos de "urgência e relevância" sobre as filantrópicas, fundamentais para que uma MP seja declarada constitucional.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Garibaldi: devolução de MP não é retaliação ao governo
O presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), afirmou que a devolução da Medida Provisória (MP) 446 à Presidência da República não significa qualquer forma de retaliação ao Executivo. A MP, que prorroga automaticamente as concessões de instituições filantrópicas, causou polêmica no Congresso e não foi bem recebida pelos partidos aliados.
Sobre o acordo em construção pelo líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR), que pretende encaminhar ao Congresso projeto de lei sobre o assunto, Garibaldi disse que este seria o melhor caminho para aprovar a matéria no Congresso. Segundo ele, também poderia ser aproveitado um projeto que já tramita na Câmara.
"Não estou fazendo oposição ao governo Lula. Estou lutando para que as medidas provisórias não sofram ou não venham a ter esse tratamento, que é verdadeiramente abusivo", afirmou Garibaldi.
Ele acrescentou que, como presidente do Senado e do Congresso, tem procurado defender a instituição. Há algum tempo, o senador vem se manifestando contra o excesso de medidas provisórias encaminhadas ao Parlamento.
"Eu estou lutando em um plano mais alto. Ninguém queira me atrair pra uma coisa mais rasteira que eu não vou", advertiu Garibaldi, referindo-se a supostas tentativas de aproveitamento do episódio da devolução da MP 446 para indispô-lo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
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segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Rio: PM é acusado de matar jovem que furou blitz
Um policial militar é acusado do assassinato de um jovem de 16 anos, na cidade de Cantagalo, na região serrana do Rio de Janeiro. O rapaz teria sido morto após furar uma blitz, na madrugada de quinta-feira.
A vítima estava no banco traseiro de um carro quando foi atingida na cabeça. O veículo teria ultrapassado o bloqueio da PM, pois o motorista, por ser menor de idade, não estaria com carteira de habilitação.
O Comando Geral da Polícia Militar informou que apura o caso. O policial suspeito ficará preso administrativamente até a conclusão da sindicância interna.
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domingo, 23 de novembro de 2008
Grupo armado faz arrastão em hotel do litoral de SP
Sete homens armados com cinco revólveres e duas pistolas invadiram nesta madrugada o hotel Costa do Sol, em Guaratuba, em Bertioga, no litoral paulista. Os assaltantes levaram diversos pertences de dez hospedes do hotel, além de dois carros, posteriormente abandonados na rodovia Rio-Santos durante a fuga.
Após dominar o vigia do local por volta da 1h30, o grupo verificou a lista dos hóspedes no computador instalado na recepção e, em seguida, invadiu os apartamentos quebrando as portas.
O grupo roubou documentos, cartões de crédito, celulares, dinheiro, roupas e aparelhos eletrônicos de nove pessoas que estavam hospedadas no local. Após a ação, os sete suspeitos fugiram em dois carros que estavam estacionados no local.
Ninguém foi preso. Os veículos foram resgatados e devolvidos para as vítimas.
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sábado, 22 de novembro de 2008
Tesouro americano vigia situação do Citigroup
O Departamento do Tesouro americano anunciou, nesta sexta-feira, que acompanha de perto a situação do grupo bancário Citigroup, cuja saúde financeira provoca fortes temores.
Vigiamos a situação e estamos em contato com todas as pessoas que vocês esperariam que contatássemos", disse uma porta-voz do Tesouro, ao ser questionada sobre se autoridades do Departamento se reuniram com a direção do Citigroup.
Nesta sexta-feira, o banco americano Citigroup divulgou uma nota, garantindo que mantém o rumo de sua estratégia de independência, enquanto a imprensa indica que a direção estuda cenários piores, prevendo uma venda integral, ou de divisões, do grupo.
"Estamos concentrados na execução da nossa estratégia, prevendo reduções específicas de gastos e do nosso portfólio de ativos, e veremos seus benefícios com o tempo", acrescentou o banco.
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Sindicato: BB diz que agências não serão fechadas
O presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo e Região, Luiz Cláudio Marcolino, disse nesta sexta-feira, após encontro com o presidente do Banco do Brasil (BB), Lima Neto, que ficou garantido que não haverá redução no número de agências com a aquisição da Nossa Caixa pelo BB.
Segundo Marcolino, Lima Neto argumentou que foi mal interpretado na quinta-feira, quando foi anunciada a operação, quanto ao fechamento de cerca de 30 agências.
Na quinta-feira, ao conceder entrevista sobre a aquisição da Nossa Caixa, em São Paulo, ele havia afirmado que agências em cidades entre dez mil e 15 mil habitantes deveriam ser fechadas e também se fossem localizadas em áreas onde não seria viável uma perto da outra.
Na conversa com Lima Neto, o presidente do sindicato disse que ele explicou que haveria apenas a aglutinação de agências que fossem muito próximas. Com isso, uma outra seria aberta em um terceiro lugar.
Marcolino disse, ainda, que a partir do momento em que a Assembléia Legislativa de São Paulo aprovar a transação, será constituído um grupo permanente de negociação, com funcionários e a diretoria do banco.
Segundo ele, o grupo discutirá reivindicações dos funcionários, uma delas é a unificação do piso salarial, que na Nossa Caixa é de R$ 1,1 mil e no Banco do Brasil é de R$ 1,250.


